NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA E TUDO O QUE NELE HÁ.

Monday, January 05, 2015

O PREÇO DA GANÂNCIA-CAPÍTULO-21

Capítulo -- 21

Zequinha - A fortuna, de Zé Jacinto, não podia ter caído em mãos melhores que a dele.
Porque ele não deixou que a fama do dinheiro subisse a cabeça, apesar de ter tido muitas dificuldades, nunca desanimou, hoje ele se comunica muito bem com as pessoas e todos o respeitam muito, como ele disse.
Mas isto não é nada, mediante o seu caráter, se seus filhos seguir a sua maneira de viver, vão ser também grandes personagens na história.

Senhor Zeca - Agora vejo que Deus escreve certo por linhas tortas, ou melhor, dizendo, em
qualquer situação, a diferença que existia entre ele e a Mariazinha, era vista por todos.
Agora parecem unha e carne, um faz a diferença do outro, e se dão muito bem com isto, vivem um pelo o outro e é assim que todos deviam ser!...
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Os anos se passaram, e a harmonia entre as famílias, ia de bom pra melhor, todos os anos, estes encontros se repetiam, e os filhos dos casais se tornaram grande amigos, mas como ninguém fica pra semente, o Senhor Zeca e D.Gertrude, já não existiam mais, agora uma nova geração se desponta, com seus altos e baixos.
Os filhos de Zequinha eram  - Fernando, (Adotado), já com seus vinte e oito anos a Rita com vinte e cinco, e o adolescente Joãozinho.
Os do Zé Jacinto eram  - João Pedro - Antonio Carlos (O mais velho) Maria Zilda, a união destas famílias era de dar inveja a qualquer outra.
Mas, afinal e a Rosinha, não se fala mais nela? A Rosinha não teve jeito, acabou ficando pra titia mesmo.
Também com aquele jeitão de imposição, ninguém quis se candidatar, mas por muito que gosta de crianças, acabou por montar uma creche e toma conta de muitas crianças, coitada, ela já está com idade já bem avançada e não desanima nunca, precisa ver com que dedicação ela cuida daquelas crianças.
Neste meio tempo, Zequinha foi Deputado Estadual por duas vezes, estudou muito em engenharia e trabalhou em uma das montadoras de veiculo, firma que pertence a seu cunhado, senhor Zé Jacinto.
Que também já não exerce mais as funções de chefe deixando toda a responsabilidade nas mãos de seu filho mais velho.
E todos trabalhavam com os mesmos objetivos, queriam ver resultados em seus esforços, quanto mais tinham, mais economizavam para crescer mais e mais.
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João Pedro - Meus pais sempre falavam de um grande tesouro perdido lá nas matas do Mato Grosso, e ninguém até hoje foi capaz de achá-lo, deve estar muito bem escondido.

Fernando - Aquele tesouro parece ser uma maldição, foram muitas as pessoas que já morreram, na esperança de ficar rico a sua procura ali naquelas matas.

Antonio Carlos - Também pudera, a mata é muito densa, é o mesmo que procurar uma agulha em um monte de palhas.

Maria Zilda - A tia Rosinha conta umas histórias, interessantes, daquela época, nós ainda nem tinha nascido.

Rita - Ela disse que aqueles primeiros homens que morreram por causa deste tesouro.
Cada um deles deixou mulher e filhos, que naturalmente devem estar quase que na mesma idade nossa.

Fernando - Conta também, que eram bandidos perigosos, e que tentaram roubar a fazenda de nossos avós.

A sorte que naquela época o nosso pai era capitão da guarda nacional, e era prestigiado pelo governo, assim ele pode dominar com facilidade as armações que o falso delegado e seus comparsas armaram pra eles.

                                        ---------- EJO ----------- Continua





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