NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA E TUDO O QUE NELE HÁ.

Friday, February 13, 2015

O PREÇO DA GANÂNCIA-CAPÍTULO-48


Capítulo -- 48

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E assim todos fizeram o tal teste, inclusive o Alquisto, que mal o conhecia, mas por se tratar de ser o primo querido de Maria Zilda ele se prontificou, mas, ninguém foi compatível.
Sendo preciso apelar para os funcionários da empresa, e mediante, a tantos empregados, somente a medula de Carlos Alberto estava em condições e em compatibilidade com a de Fernando.
E assim não tendo muito que fazer, e sabendo que o que restava agora seria só esperar, todos voltam as suas atividades.

Na lanchonete da empresa.

Antonio Carlos - Veja só, no Rio de Janeiro estão morrendo muita gente com febre hemorrágica, vômitos, tonturas causadas pelo mosquito da dengue, os mesmos sintomas do Fernando, daí a nossa suspeita da sua doença ser dengue.

Rita - Eu não sei o que é pior; todos estes males são de alta periculosidade, e nem todos se livram deles com facilidade.
Sabe o que está me ocorrendo agora?
Veja que ironia; o Fernando querendo atrapalhar o meu namoro com o Carlos Alberto, e é justamente a sua medula que vai salvar a vida dele.

Maria Zilda - Pensando bem!... Esta indiferença do Fernando, já faz um bom tempo, ele está sempre contradizendo a tudo.
Não é somente pelo namoro de vocês, não!... Esta doença deve ser o motivo do seu descontrole.
Vamos ver se depois que se recuperar, vai continuar agindo da mesma forma.
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Rita teve que se conter, para não deixar que o assunto das investigações na Universidade não viesse à tona, pois ela temia que a Maria Zilda, não entendesse a sua intenção e se prejudicasse em relação o seu namoro com Alquisto.
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 Depois do transplante bem sucedido, Carlos Alberto também volta as suas atividades
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Passado alguns dias, tudo volta ao normal, Fernando se recupera, O namoro de Rita com Carlos Alberto, cada vez mais forte, Alquisto ainda no Brasil completamente apaixonado, e com pensamentos de mudar de vez para cá, trazendo sua mãe viúva, e suas duas irmãs gêmeas.
Era sábado, à tarde, e todos ali na área de lazer da mansão, enquanto uns brincavam na piscina, outros aproveitavam o tempo para se divertirem em um animado bate papo.
E Maria Zilda não queria desgrudar de Alquisto por nada.

Alquisto - Estou ficando muito mal acostumado com esta mordomia.
Gostaria de poder ficar o resto de minha vida a seu lado e não ficar nem mais um momento sem você, mas, está chegando à hora e preciso partir.

Maria Zilda - Você não está pensando em me deixar, não é mesmo?

Alquisto - Só se eu fosse louco, para perder o único tesouro que me trouxe tantas felicidades; em toda minha vida nunca fui tão feliz assim.

Mas, eu preciso ir pra minha terra, para acertar todos os meus compromissos, depois eu volto, e desta vez é pra ficar.

                                                                ----- EJO ----- Continua



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